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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Querido Diário....(2)

Sou teimoso, quase patológico. Por mais alertado que eu seja que o resultado não vai ser do meu agrado, se eu sentir que é esse o caminho que quero tomar, não há volta a dar... Vou a 250 km/h em direcção a uma parede de aço.

O caso é tão grave, vejam só, eu tenho algum prazer de ir contra a corrente. É difícil e desmotivante remar quando a maré vai em direcção contraria, mas encho-me de orgulho e pujança e lá vou eu a toda a força...

Assim sendo, vou ter que me aguentar em mais uma batalha e esta tem possibilidades de acompanhar-me até ao meu leito. Eu acredito no amor, sou dramaticamente romântico.

A meu redor há um pessimismo em relação a relacionamento amorosos, mas eu não me vou contentar com o que há, porque não é isso que eu quero para a mim. E não, eu não quero uma pessoa que eu ame ao meu lado, quero uma pessoa cujo o amor que sinto por ela seja reflexo do amor que ela sinta por mim. Não que o amor tenha que ser o mesmo, porque isso não existe, somos todos diferentes, sentimos de maneira distintas. Quero que o sentimento entre nós os dois tenha a mesma pureza.

Vou me esforçar para não me coibir a facilidade de arranjar uma qualquer companhia que ajude a ultrapassar a dureza da vida. Com tal terei que segurar a frente ofensiva praticamente só, o que me obrigará a usar tudo o que há em mim. Ter um total conhecimento do que sou e aceitar-me, aprendendo a usar-me como única ferramenta para modelar o destino ao meu apetite.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Amor e sexo

Ana Carvalheira doutorada em psicologia numa entrevista para o Sábado afirma que os estímulos sexuais que foram suficiente aos 20 anos não são os mesmo que são suficiente aos 30.

Toda agente tem que concordar que sempre a mesma coisa aborrece, por isso para conseguir manter as coisa picantes é necessário variar um pouco.
Como é mais fácil mudar de aparelho do que mudar a maneira como utilizamo-lo, o caminho mais fácil a seguir é dar um pulinho a cerca e entrar em caminhos desconhecidos.
Para além de trazer animo sexual, também traz um ar fresco a alma, enchendo o ego ao aventureiro/a.

Acho que é necessário definir o tipo de relação que se tem com o nosso parceiro. Se é uma relação amorosa ou uma relação sexual.

Uma relação a sério, penso que todos concordamos, tem que ser baseada no amor. Ao estar-se a defender a teoria do amor diferente de sexo, ta-se defender igualmente a teoria do sexo com outra pessoa não é trair.

É necessário ver o sexo como realmente é, prazer. Ora bem, se noutras áreas pode-se obter prazer com uma diversa panóplia de coisas porque não o fazer também em relação sexual. Sinceramente acho que o relacionamento amoroso chega ao seu clímax quando os membros de um casal têm a liberdade sexual. Mas também sei que esse estado de relacionamento é muito difícil de obter.

Por estas e outras relações começo a achar que amor verdadeiro só há entre algumas relações entre pais e filhos.